quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Nâo quero ser Barbie!


Que me perdoem os mais democráticos, mas... Não há como não ser "purista" numa hora dessas...
Como? Como é possivel, admissível a difusão de idéias tão profanas?
Mas... De que idéias estou falando?
Pois bem, dia desses estava eu numa van com o rádio ligado numa dessas estações... como dizer... mais massificadoras. E claro, pedir demais para não tocar nada "romântico" do tipo "água com açúcar"... Foi quando, forçosamente, ouvi (da introdução até o fading out) "Barbie Girl", a versão da Kelly Key para a música homônima do grupo Aqua.
Nâo vou dizer que minha vida mudou depois disso, nem que perdi as esperanças num mundo onde as pessoas saibam o que é amor, mas... Acreditem: fiquei realmente preocupada com o futuro daqueles que nem sequer nasceram!!
Coméquipodi tamanha distorção de um sentimento tão nobre do qual precisamos tanto??
Até que ponto deixaremos o sistema econômico vigente ditar nossa forma de ver e nos relacionar com o próximo?
Mas... Ainda não ficou claro o que quero dizer? É só analisar:

"...Se eu pedir uma estrela/Você vai buscar/O meu jeito é assim/Não reclama/Quando quer bate o pé/E eu vou ter que aceitar/Só assim vou saber que me ama/Você pode me ganhar/É só fazer o que eu mandar"

Beleza! Somos todos "moedas de troca". "Eu te amo porque você faz o que eu mando". Logo, se você faz o que mando, você me tem. Toma lá, dá cá, tsc tsc tsc.
Não sei todo mundo... Mas, se assim fosse... Eu prefiriria ser a Susie!

2 comentários:

Gilberto Porcidonio (Puppet) disse...

e eu prefiro os Comandos Em Ação Gi Joe, os mais articulados, claro...
bjoz !

Anônimo disse...

Acho que quero ser a Polly... Ela vem com acessórios modernésimos e sem Bobs e Kens que a sustentem. Ou seja, pra ter conseguido tudo aquilo, foi à luta!