É. Preciso comer mais...
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
É. Preciso comer mais...
terça-feira, 1 de julho de 2008
Akeime
Akeime, segundo me falaram, significa "princesinha da lua". Sendo o único nome japonês que conseguia lembrar, assim batizei meu pequeno bonsai.
A primeira coisa que pensei quando ganhei Akeime foi... "Puxa! E agora?". Não entendo nada de bonsais. Não sei quanta água precisam para se sentirem bem, não sei como se tratam as folhas, não sei a que tipo de problemas a pequena árvore é exposta... O quanto de sol, de ar necessita etc, etc, etc.
Mas Akeime me ensinou muitas coisas... A primeira é que eu não sabia quase nada sobre ela, rs. Que fiz, então? Pesquisei. E descobri coisas interessantes até. Hoje sei o quanto de sol, de água ela precisa. Sei que está sujeita a fungos, que precisa de fertilizante...
E com Akeime cada dia é um dia. Vejo que mesmo pra um bonsai - resistente, forte - Akeime exige cuidados. Exige, não: demanda, grita.
Akeime tem resistido bravamente aos meus descuidos. Arvorezinha guerreira essa! Resiste, mas avisa: trate-me TODOS os dias, lembre-se de mim TODOS os dias, faça-me crescer TODOS os dias. E continua me ensinando: quais são as pequenas arvorezinhas que matamos TODOS os dias? E para nossas pequenas árvores, cada dia é um dia.
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Lazzarus
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sábado, 3 de maio de 2008
A Pele
Não gosto de ver criança chorar. Parte o coração, não? Ainda mais quando a criança é do seu convívio. Aí, acho que todo mundo numa situação assim vira manteiga rs.
A criança que vi chorar é meu sobrinho. Estava ele um dia brincando tranquilamente no quarto de minha mãe quando ouvimos um barulho e o chororô. Não tinha erro: ele havia se machucado.
Eu, num dia "daqueles", dando curto circuito, em pane... Me vi obrigada a socorrer.
O corte não tinha sido profundo, mas um pouco largo. E sangrava. Bastante. Meu sobrinho no seu desespero pueril tentava aparar o sangue com as mãozinhas sujas...
Tomei ele nos braços, segurei as mãozinhas dele o impedindo de "sujar" ainda mais o corte e o levei para o banheiro. A velha receita: água e sabão. Vocês já podem imaginar a gritaria que foi. Doeu. Dói. Tratar feridas dói. Tomar vacina dói. Cirurgias doem.
E meu sobrinho foi forte. Olhava pra mim como se eu tivesse o alívio da dor... Olhei pra ele e disse firme: vai doer, mas vai sarar, confia em mim.
Daí foi gelo pra estancar o sangue e antisséptico e o tradicional "band-aid" (que, por qualquer motivo ou por tanta propaganda, é de um efeito psicológico poderoso).
Depois foi calmaria. Tempos depois vi o corte. Totalmente cicatrizado, mas com a marca lá. Um pedaço do corpo que havia se rompido, a extração de algo que não está mais lá, mas foi regenerado, recriado. Pode não ser uma pele com a mesma resistência de antes, mas... Pele. E pele é pele.
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Lazzarus
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7:31 AM
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
TURN, TURN, TURN...
Pois é.
O sol nasce e se põe.
As marés enchem e "desenchem".
As horas vêm e vão.
Os dias vêm e vão.
Todos os dias temos fome e comemos.
Todos os dias nos sujamos e nos lavamos.
Todos os dias nos calamos e falamos.
Vemos pessoas todos os dias
Aprendemos todos os dias
Ensinamos todos os dias
E corremos,
E "teclamos",
E lemos,
E entramos
Mas... As lições vão
As horas vão
Os dias também vão
A fome passa
O sol passa
A onda passa
AS PESSOAS PASSAM
Como diz meu irmão:
"Até a uva passa"
O AMOR PERMANECE
"Para todas as coisas há um tempo e um propósito debaixo do sol", disse o Pregador.
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Lazzarus
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2:20 PM
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